
São nomes de armas. São nomes fascinantes. São máquinas de uma incrível ciência: a fabricação é milimétrica, o controle de qualidade é hiper rigoroso...são máquinas feitas com a garantia de matar! Não há indústria mais florescente no mundo.
Em Cabo Verde começa a ser corriqueira a circulação de armas, em todo o lado, até mesmo nas escolas. Para além disso, ao que parece, Cabo Verde serve de pivot ao tráfico de armas na Atlântico. Há dias uma pessoa comentava que, já nem tem piada as brigas de rua, onde se punha a prova a habilidade de luta; hoje em dia, por tuta e meia, um míudo saca de uma arma e mata! E a coisa acontece, assim caboverdianamente.
Durante 3 dias a questão das armas vai merecer um atelier todo pomposo, no Auditório Nacional, Praia, com direito a discursos de ministros, cocktail, desfile de modelitos, a habitual faz-de-conta-que-se-interessa e, com sorte, saia algum plano concreto para abordar a questão. Vamos esperar e ver; que não se fique pelo glamour do evento.
Notícia A Semana
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